O Palmeiras é grande: tão grande quanto quisermos. O Palmeiras é de todos que vestem essa camisa, carregam essa marca, cantam o hino ou sentem a emoção que não sabemos nem precisamos descrever.
O Palestra nasceu para ser grande, para ser imenso, para vencer preconceitos e unir os “italianinhos”, os “carcamanos”, os “porcos” em um estado tão receptivo quanto arrogante. O Palestra fez mais que isso: morreu líder e renasceu um Palmeiras campeão, abraçando não só os operários pobres daquela São Paulo no início do século XX, mas outros que se uniram a eles para, com muito empenho, fazer parte de uma história de superação e combate a injustiças.
O Palmeiras ensinou: para crescer, não é preciso diminuir ninguém. É na busca da igualdade que se destacou esportivamente tornando-se o Campeão do Século.
O Palmeiras é maior que a vista alcança. Somos todos nós: homens e mulheres, de pele clara ou escura, de São Paulo ou de outros lugares, do outro lado do mundo, de baixo de um viaduto, do meio do mato, da beira de um rio. Não importa o deus, orixá ou entidade: somos os milagres de Marcos e a profanidade de Edmundo e Evair; somos Ademir, o homem dentro do pesadelo. Não importam as roupas, nossos nomes ou quem calhamos de amar, somos a torcida que canta e vibra.
Enquanto formos Palmeiras, enquanto formos Palestra, temos um compromisso com a igualdade e com o combate ao ódio.
Mulheres, índios, pretos, filhos de santo, travestis, crentes, cristãos, pobres, nonnos, lésbicas, homens, crianças, ostentemos nossa fibra.
O PALMEIRAS SOMOS NÓS, JUNTOS.
O PALMEIRAS SOMOS NÓS, JUNTOS.
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